terça-feira, 8 de setembro de 2020

O LIVRO SUA MAJESTADE XLIX - A FERA NA SELVA

Uma das principais novelas do escritor americano, naturalizado inglês, Henry James (1843-1916), "A Fera na Selva", é um dos livros mais difíceis de ler e entender, já lidos por mim.

Henry James
Mas como cheguei a este livro? Lendo "Zazie no metrô" do escritor francês Raymond Queneau, vi que este livro fazia parte de sua coleção pessoal. Daí, despertou-me a curiosidade de saber, o que um escritor consagrado como Queneau lê, e destaca em sua coleção pessoal. Assim, fui atrás de "A Fera na Selva", e não me arrependi.

Pouco lido no Brasil, o escritor Henry James tem poucos registros em sua biografia. Nunca se casou, não teve filhos, dedicou-se desde sempre à literatura, ou seja, pouca coisa aconteceu na sua vida (que se tenha registro), a não ser suas importantes obras literárias no final do século XIX. Também foi considerado uma das figuras mais participantes ao registrar o comportamento humano em dezenas de romances e novelas.

O escritor e professor Fernando Sabino (1923-2004) organizou e apresentou uma coleção de 10 novelas de autores mundiais em 1986. Coleção intitulada de "Novelas Imortais", traz autores consagrados como Henry James, E.T.A. Hoffmann, Herman Melville, entre outros. Neste post, trago comentários sobre a primeira das novelas: "A Fera na Selva". 

Fernando Sabino que traduziu esta novela para o leitor brasileiro, diz que a escolheu justamente pelo protagonista da obra, se ver as voltas com o problema de nada lhe acontecer na vida. Muito parecido com a vida real do autor da novela. 

A obra tem apenas dois personagens: John Marcher e May Bartran. O tema da novela é a relação ao longo dos anos entre um homem e uma mulher a quem nada acontece. Porém, Henry James consegue dizer o indizível ao longo da trama e nos remete a algumas reflexões importantes, sobre nada acontecer.

Reencontraram-se após alguns anos e May pergunta a John se ele se lembra o que ele tinha contado a ela. Embaraçado, John não se lembra e então começa a trama onde o egoísmo, companheirismo, cumplicidade entre outros sentimentos são descritos. 

Como disse no início, é um livro difícil, porém, recompensador.

A leitura exige rigorosa atenção, mas sempre bem recompensada. A narrativa psicológica conduz o leitor a ficar ansioso até a última palavra da última frase. 

E, fica a pergunta? O que vai acontecer na vida de John Marcher?

Pois é, dedique um pouco de seu tempo para esta leitura (apenas 100 páginas), e você será surpreendido com o desfecho.

Prepare-se psicologicamente !

Professor Mario Mello

segunda-feira, 7 de setembro de 2020

O LIVRO SUA MAJESTADE XLVIII - CONVERSA NA SICÍLIA

 Romance do consagrado escritor italiano Elio Vittorini (1908-1966), considerado um dos mais importantes do século XX, escrito em 1937, antecipou as preocupações político-sociais italianas com o fascismo. 

Inclusive, Vittorini foi preso quando da publicação deste romance chamado conversa na Sicília.

Nascido em Siracusa, na Sicília, palco do romance, Vittorini através de seu protagonista Silvestro Ferrauto, traz o cotidiano de uma pequena cidade na ilha italiana. 

Anti-fascista militante, Vittorini foi um renovador do romance italiano e abre as portas do romance com acontecimentos históricos, na Itália do pós-guerra.

O livro é todo ilustrado, pois o autor foi acompanhado do amigo e fotógrafo Luigi Crocenzi, pela Sicília para a publicação desta edição totalmente ilustrada. São mais de 200 fotos do cotidiano de algumas cidades da Sicília. 

A história trata do protagonista Silvestro que após receber uma carta do pai, falando do aniversário de sua mãe, se dá conta que há 15 anos não visita sua cidade natal e a mãe. Morando no norte da Itália, Silvestro resolve impetuosamente que irá visitar sua mãe no interior da Sicilia. 

No livro não há propriamente personagens, mas tipos, figuras alegóricas como: o homem com-bigode e sem-bigode; o grande Lombardo, entre outros. 

A viagem feita toda de trem à Sicília traz a Silvestro inúmeras situações cômicas. Mas, sempre o traço anti-fascista aparece.

Quando chega à casa de sua mãe, nesta viagem sentimental, encontra a mãe já separada de seu pai, e percebe, então, uma figura congelada no tempo.

Nem parece que ele saiu de sua casa há 15 anos. 

Silvestro teve um irmão morto na guerra. E numa noite após um "porre" com alguns conhecidos da cidade ele parece reencontrar seu irmão e se estabelece um drama.

É um livro de diálogos cotidianos e de tratamentos frios entre Silvestro, sua mãe e alguns novos amigos de sua cidade natal.

Tem uma forte crítica ao modelo econômico italiano da época, pois os produtos rurais não tinham bons preços de comercialização, o que deixa empobrecida e sofrida a população rural.

No adeus de Silvestro à sua mãe, após passar alguns dias com ela, uma cena surpreendente, que consagra o final do livro.

Não posso, óbvio, contar para não estragar a leitura. Mas, digo-vos: a atenção fica presa até a última frase do livro.

Conversazione in Sicilia é um daqueles livros "garimpados" da literatura italiana que deve ser considerado em suas próximas leituras, pois é um romance muito interessante.

Não deixe de ler!!

Professor Mario Mello

domingo, 6 de setembro de 2020

O LIVRO SUA MAJESTADE XLVII - A HISTÓRIA DA EUROPA EM 24 CERVEJAS


Para quem gosta de história, sem aquele rigor acadêmico que muitas vezes deixam os fatos muito extensos e difícil de ler e entender, este livro sobre algumas passagens históricas da Europa, traz uma visão muito bem escrita sobre a participação da cerveja ao longo dos tempos.

O papel decisivo da cerveja no curso da história e como ela foi e continua sendo uma fator central para muitas culturas, o livro é uma expedição empolgante sobre os estágios da história europeia e o desenvolvimento gradual da indústria cervejeira.

Trata-se de um livro de não ficção escrito pelos autores finlandeses Mika Rissanen e Juha Tahvanainen, onde eles contam em 24 histórias a influência e a participação da cerveja ao longo dos tempos. 

O livro traz histórias muito interessantes desde a hipótese que a habilidade de transformar o grão em malte e torná-lo cerveja é o que levou ao grande uso da levedura, de forma que a cerveja fosse acompanhada à mesa por pão fermentado. Se for verdadeira esta hipótese, então a cerveja é mais velha do que o pão enquanto alimento básico humano.  

Nas 24 passagens têm incríveis histórias como a dos pilotos da RAF - Real Força Aérea do Reino Unido, que quando estavam em bases na França, na reta final da Segunda Guerra Mundial, os aviões bombardeiros (sem compartimentos da carga), tinham que ir à Inglaterra para manutenções. Mesmo sem ser autorizado pelo alto comando (mais ou menos) eram designados os pilotos mais hábeis para estas viagens, pois na volta eles traziam barris de cerveja amarrados embaixo das asas dos bombardeiros para a alegria da tropa. Era uma operação de risco, pois os barris ficavam muito próximos ao chão e qualquer "barbeiragem" dos pilotos poderia destruir a cerveja.

Outra incrível história é com o último presidente da Checoslováquia e depois o primeiro presidente da República Checa, Václav Havel. Antes de se tornar presidente, Havel, opositor ao regime comunista implantando pela União Soviética, na Checoslováquia, foi trabalhar numa cervejaria. Todos seus movimentos eram vigiados pelos comunistas, culminado assim, com sua prisão em 1979. Depois de eleito presidente da República Checa, Havel nunca abandonou seu hábitos cervejeiros. Em sua primeira visita ao EUA, ele dispensou sua segurança pessoal e foi tomar cerveja em um bar americano. Como não era conhecido, no bar conversando com as pessoas foi perguntado que trabalho ele tinha. Disse que era presidente da Checoslováquia, como não sabiam bem onde era a Checoslováquia, virou brincadeira a história e motivo para mais cervejas.

Tem ainda a comovente história do cerco a Sarajevo em 1992, capital da Bósnia, quando as tropas inimigas cortaram o fornecimento de água à cidade. A água vinda das montanhas por dutos, foi bloqueada pelo inimigos deixando Sarajevo sem água por aproximadamente 3 anos. Neste período a cidade foi abastecida pelo poço artesiano da Cervejaria Sarajevska que distribuía água através de caminhões pipa. História muito comovente sobre a guerra da Bósnia.

E assim é o livro. Histórias curiosas, algumas engraçadas, outras comoventes mas todas de leitura muito agradável e leve. 

Grandes histórias, com grandes personagens, como Martinho Lutero, Adolf Hitler, Pedro o Grande, J.R.R Tolkien (autor de Senhor dos Anéis), Louis Pasteur (com sua pasteurização), entre outros.

São retratadas histórias de cervejas centenárias, muito conhecidas por nós como a Pilsner Urquell, Guiness, Carlsberg, Heineken.

O último capítulo dos 24, faz uma sensacional abordagem da ligação cerveja e futebol. O poderio da Heineken e da InBev na Europa e nos principais campeonatos não só do continente europeu, mas também das copas mundiais.

Conta o episódio da mudança de legislação no Brasil (onde a cerveja é proibida nos estádios), pela força econômica das grandes cervejarias, quando da realização em 2014, da Copa do Mundo.

Enfim, é um excelente livro que vale muito a leitura.

Como dizem os autores: "Nos 24 capítulos, apresentamos a cerveja no contexto de culturas, ideais, mudanças sociais e econômicas em diversas eras. É uma excursão prazerosa através da história da cerveja".

Saúde!!

Professor Mario Mello


terça-feira, 18 de agosto de 2020

O LIVRO SUA MAJESTADE XLVI - O DESERTO DOS TÁRTAROS


Dino Buzzati (1906-1972) um dos maiores autores italianos do século XX, foi também jornalista do Corriere della Sera, em Milão, por mais de 40 anos.


   Publicado em 1940 pela primeira vez, "O deserto dos Tártaros", imediatamente foi reconhecido como algo novo e importante, porém demorou alguns anos para ser distribuído pelas grandes editoras.

O deserto dos Tártaros é um livro com uma uma história incrível de um jovem militar designado para servir numa fortaleza nas montanhas italianas, que já teria sido muito importante em outras épocas. 

Importante defesa militar para evitar um possível ataque dos Tártaros, a fortaleza aguarda o ataque dos Tártaros, que não aconteceu. Hoje, a fortaleza encontrava-se solitária e quase esquecida. 

 É neste cenário que nosso protagonista, o jovem, Giovanni Drogo, deixa sua cidade para se apresentar no Forte Bastiani.

Era aquele o dia esperado havia anos, pois foi promovido a oficial, e, era para ele o começo de sua verdadeira vida.

Chegando ao Forte, Drogo é recebido pelo comandante que insinua uma possível volta à cidade em poucos meses. O tempo vai passando e Drogo vai ficando no Forte. Passam-se anos e esta volta não acontece. 

Assim, Drogo vai se entregando à rigorosa disciplina militar do Forte e também à acachapante rotina diária. Além disso, o completo isolamento do mundo exterior ao Forte.

Não é sobre a vida militar que fala o livro e sim sobre a vida de todos nós. Fala da imobilidade de não fazermos nada e aceitar as coisas como são, podendo um dia sermos surpreendidos com o que a vida reserva mais pra frente.

Drogo foi um militar exemplar, cumpridor ao extremo das regras do Forte sempre a espera da invasão dos Tártaros, que nunca aconteceu. Já com 54 anos e com a Patente de Major, Drogo adoece no Forte e um profundo drama se instala em sua vida.

Aqui está, na minha visão a parte central do romance. Uma vida inteira dedicada a uma causa (proteger a Itália da invasão dos Tártaros), e um desfecho emocionante, mas ao mesmo tempo mostrando a crueldade das pessoas. Será que Drogo fez a aposta errada em sua vida?

Obviamente não vou aqui contar o final do livro, mas diria que é muito impactante emocionalmente.

Escrito há oitenta anos atrás, o livro parece endereçar-se a nós no século XXI. 

Sem dúvida, é um dos melhores livros que já li. 

Dino Buzzati consegue, genialmente, nos propor uma reflexão sobre as escolhas que fazemos durante a vida.

Não deixe de ler, é realmente um livro imperdível.

Professor Mario Mello

segunda-feira, 17 de agosto de 2020

O LIVRO SUA MAJESTADE XLV - ZAZIE NO METRÔ

 Raymond Queneau (1903-1976) autor francês publicou "Zazie no metrô" em 1959 e ganhou fama mundial com esse incomum romance.

 

Somente na França foram vendidos mais de um milhão de exemplares, pois o romance caiu nos gosto dos franceses pela sua espontaneidade e pela vivência do dia-a-dia dos personagens.

A protagonista Zazie é deixada pela mãe, para ficar alguns dias com o tio Gabriel em Paris. Adolescente "desbocada", Zazie mostrou uma rebeldia característica da idade.

Como ela não era de Paris, seu sonho era conhecer o metrô, porém uma greve dos metroviários atrapalhou seus planos.

Queneau é dono de uma linguagem muito peculiar no livro que segundo alguns críticos, sob o ponto de vista da arquitetura literária, Zazie é um romance muito bem feito. 

No início da minha leitura, achei que tinha alguns erros de português no livro, o que imediatamente pensei: não pode ser. Tem alguma coisa. E tinha.

O autor usa termos agrupando palavras como"vagãobundar", "keketákomendoaki", "kekefoikevocêdiss" entre outras.

Romance de poucos personagens, tem uma leitura agradável e muito cotidiana com situações engraçadas e muito verdadeiras. Por exemplo, um dos personagens é um papagaio que a toda hora diz: "falar, falar, você só sabe fazer isso", pois a "tagarelice" era tanta que até o papagaio se incomodava. 

O tio Gabriel além de dançarino em uma boate gay, também fazia as vezes de guia turístico, e aí vem toda a trama que termina numa trapalhada sem fim para os personagens. A história toda, acontece em praticamente apenas um dia em Paris.

O livro além de ser bom, é bonito. As páginas são de papel Opaque de uma textura incomum. Além disso as páginas são grudadas duas a duas e no meio delas aparecem muito desenhos lindos, como da figura ao lado. Porém, para isso é preciso "desgrudar" as páginas com uma navalha ou estilete.

Muito show!!!!

Pois bem, é minha primeira leitura deste autor Raymond Queneau e digo que fiquei com uma ótima impressão pela genialidade de fazer diálogos entre os personagens, muito reais.

De diálogos, muitas vezes ásperos, possui uma linguagem direta e talvez aí, seja o grande mérito de Queneau, em Zazie.

Bem, e o final?

O final é mítico, pois se descreve em uma pergunta da mãe para Zazie e sua surpreendente resposta é em apenas uma palavra. Achei isso muito talentoso e inteligente.

Portanto, recomendo muito a leitura deste que é um dos principais romances franceses do século XX.

É muito bom!!


Professor Mario Mello










domingo, 14 de junho de 2020

A flor



                  A flor

Não importa que você seja diferente dos outros;
Não importa que os outros achem você diferente;
Não importa a cor que você seja;
Não importa como os outros enxergam você.


Importa que você se ache importante na “selva”;
Importa que você, mesmo diferente, cresça junto com os outros;
Importa que você respeite os outros;
Importa que você seja você.

Amarelo ou verde?
Muitos vão ver você como a “ovelha negra” da família;
Muitos vão ver você como aquela pessoa diferente, que quer aparecer;
Muitos vão ver você que não quer se adaptar a maioria;
Muitos vão criticar você.

Verde ou amarelo?
Muitos vão ver você com a coragem de ser diferente;
Muitos vão invejar você por conseguir ser diferente da maioria;
Muitos vão querer imitar você, por não seguir os padrões;
Muitos vão admirar você.

A flor amarela pensou, pensou, pensou….
Fez uma reverência pela vida,
Percebeu a relva, os insetos,
E disse: estou aqui.

                Mro Ketermann

sábado, 6 de junho de 2020

O LIVRO SUA MAJESTADE XLIV - O JEITO HARVARD DE SER FELIZ


"VOCÊ NÃO PRECISA TER SUCESSO PARA SER FELIZ, MAS PRECISA SER FELIZ PARA TER SUCESSO"

Com essa afirmação, Shawn Achor, conduz toda sua escrita no livro "O jeito Harvard de se feliz".

Professor na Universidade de Harvard e participando ativamente em experimentos, por mais de 10 anos, Shawn é um dos palestrantes mais requisitados no mundo, sobre o que ele chama de psicologia positiva.

O livro utiliza várias histórias e estudos de caso fundamentados no trabalho do autor com executivos  da Fortune 500, que é uma classificação das maiores corporações em todo mundo, medidas pela suas receitas. Ao percorrer 42 países palestrando, Shawn explica como podemos reprogramar nosso cérebro, para nos tornarmos mais positivos.
"PORQUE NINGUÉM CHEGA AO TOPO SEM ESTAR BEM"

Com afirmações, diria eu, um pouco polêmicas, o autor é contundente ao dizer que a vida toda fomos "não sutilmente ensinados" pelas escolas, pelas empresas, pelos pais, que se você se empenhar terá sucesso e só depois de ter sucesso é que poderá ser feliz.
Shawn Achor

Classificado por alguns, como um livro de autoajuda, o próprio autor se encarrega de descaracterizar este rótulo, uma vez que todos seus ensinamentos são cientificamente comprovados e testados.
O autor não se cansa de repetir este lado científico desta obra. 
Foi este "motivo" que me conquistou a ler este livro.

De leitura, as vezes um pouco repetitiva, a pretensão do livro é, segundo o autor, após coletar e analisar um enorme volume de pesquisas (isso é facilmente percebível nas referências utilizadas), isolar sete padrões específicos, funcionais e comprovados de sucesso, transformando-os em sete princípios. 
São eles:
-O benefício da felicidade;
-O ponto de apoio e a alavanca;
-O efeito Tetris;
-Encontre oportunidades na adversidade;
-O círculo do Zorro;
-A regra dos 20 segundos;
-Investimento social.

E, assim, praticando esses princípios, que são detalhadamente descritos no livro, teremos o efeito propagador e as mudanças positivas também se propagam rapidamente.

 O livro não discute apenas como ser mais feliz, mas trata de ensinar a colher os frutos de uma atitude mental mais positiva na busca da excelência seja na vida profissional como na vida pessoal.

Não sou muito fã dos livros de autoajuda, embora reconheça o valor de alguns. Especificamente neste livro (como disse antes um pouco polêmico nesta questão) fiquei convencido de que os inúmeros experimentos científicos realizados e relatados no livro dão a ele um caráter muito maior e mais assertivo.
Uma das passagens do livro que me convenceu foi:
"Você pode eliminar a depressão sem tornar a pessoa feliz. Pode curar a ansiedade sem ensinar a pessoa a ser otimista. Pode fazer uma pessoa voltar a trabalhar sem no entanto, melhorar seu desempenho profissional. 
Se você só luta para reduzir os aspectos negativos, você apenas atingirá a média e deixará passar irremediavelmente a oportunidade de superá-la.
Se nos limitarmos a estudar a média, permaneceremos meramente medianos".

Assim, caracterizado um um grande número de pesquisas na área da psicologia positiva, o livro se destaca ressaltando que quando somo positivos, o nosso cérebro se envolve mais, se expande e torna-se mais criativo e energizado.

Recomendo a leitura, pois o jeito Harvard de ser feliz, pode também ser o seu jeito de ser feliz.

Professor Mario Mello

Onde encontrar o livro: