quarta-feira, 10 de abril de 2013

O mundo das cervejas especiais


 

O mundo das cervejas especiais, vem ganhando cada vez mais adeptos no Brasil.
De tradição milenar e ainda pouco conhecido do grande público, este mundo tem encantado novos apreciadores com esta invasão de cervejas de
vários países, principalmente da Europa.
A busca da consolidação de uma nova cultura cervejeira no Brasil tem feito
consumidores brasileiros buscarem informações e novidades. Este novo
público está ávido por conhecer estas novidades e se tornar um consumidor
apaixonado, o que não é difícil diante das excelentes opções que temos à
disposição.
Livros especializados e ricamente ilustrados tem ajudado os consumidores
 buscarem suas preferências, seja por estilo, por gosto, ou até mesmo por se apaixonar por um rótulo ou por uma taça.
Obviamente, estas cervejas são para uma degustação e apreciação.
 
 Não são cervejas para serem tomadas como as cervejas populares encontradas na maioria dos supermercados e bares. São cervejas para serem degustadas e apreciadas.
Este processo de transformação pelo qual passam os consumidores certamente fará uma revolução no comportamento apaixonado de atuais e novos apreciadores das cervejas especiais.
Assim, há bem pouco tempo atrás eu também me converti a este novo mundo encantador e cheio de surpresas, sabores e prazeres.
Foi um processo de construção, de minha parte, começar a gostar e apreciar estas cervejas, que já fazem parte de minhas horas de laser e descanso.
A globalização e a internet nos proporciona comprar estas cervejas de qualquer parte do mundo de acordo com nossa preferência e gosto.
Países tradicionais como a Bélgica, Alemanha, República Checa, Irlanda, Inglaterra, Estados Unidos, entre outros, fabricam as melhores e mais conceituadas cervejas do mundo que com sua tradição, principalmente desde a Idade Média, embora existam registros de que a bebida já era produzida no ano 9000 a.C., conquistam mais e mais adeptos do mundo todo.
Aos que ainda não provaram, ou conhecem pouco deste novo mundo, recomendo experimentar as cervejas chamadas "Trapistas". Existem apenas sete locais de fabricação destas cervejas no mundo, sendo seis na Bélgica e um na Holanda.
As cervejas "Trapistas" são fabricadas há séculos por monges em mosteiros trapistas da era medieval, pois fazia parte dos trabalhos diário destes religiosos.
São cervejas que tem ligação direta com a vida religiosa destes monges, pois era parte da dieta durante o período de jejum dos religiosos.
Ou seja, existe toda uma história que encanta apreciadores, como eu, a buscarem mais e mais informações e conhecimento a respeito do assunto, pois em diferentes momentos da história, a cerveja é protagonista e apaixona seus consumidores.
 
Professor Mario



 



quinta-feira, 28 de março de 2013

O Livro, sua Majestade III

Uma das capas do livro

Figura do homem lobo














Na série "O Livro, sua Majestade" sugiro aos leitores mais um clássico da literatura mundial.
O Lobo da Estepe, do escritor alemão Hermann Hesse.
Este livro foi escrito em 1927 e vem para este terceiro milênio com a certeza que despertará a atenção de novos e mais exigentes leitores.
Este não é um livro que se lê por mera distração ou para conhecer mais um clássico da literatura mundial. Este é um livro que mexe, altera e subverte a estrutura psíquica do leitor e ultrapassa uma fronteira de tempo difícil de explicar.
A dualidade de personalidade do personagem Harry é tão marcante que por vezes nos dá a impressão de que realmente são pessoas distintas.
O íntegro Harry de 50 anos, de uma vida solitária, confronta-se diariamente com sua outra personalidade de lobo, o lobo da estepe.
Descontente consigo mesmo escreve o "Tratado do Lobo da Estepe" onde julgava ser não um homem, mas um lobo da estepe. Confronto que o debilitava constantemente.
Harry um intelectual solitário e oprimido encontra Hermínia e Pablo dois personagens da noite e, a partir daí sua vida muda completamente.
Aprende a dançar e conhece o "Teatro Mágico" só para loucos.
Nesta parte do livro Hermann Hesse, que já foi ganhador do Prêmio Nobel de Literatura, coloca todo seu talento e emoção de escritor para encantar gerações desde 1927.
O Lobo da Estepe. Um livro que não pode deixar de ser lido por quem gosta de tramas que mexem com o psicológico dos personagens e por consequência dos leitores.  


sexta-feira, 15 de março de 2013

O Livro Sua Majestade I - Divina Comédia

Em busca do Livro Perfeito

(da série O Livro, sua Majestade)

Quem é leitor contumaz está sempre em busca do "Livro Perfeito".
 Será que ele existe? Quantos já lemos?  E aí falamos: este é perfeito.
Logo aparece outro e toma o lugar do antecedente.
Esta busca não cessa jamais, pois quem se aventura no fantástico mundo dos livros, mesmo quando encontra o seu "Livro Perfeito", já está pensando em qual será o próximo. Qual será o novo "Livro Perfeito".
Entre tantos que já li, pois para mim a leitura há muito tempo é um prazer, o "Livro Perfeito" chama-se "A Divina Comédia" de Dante Alighieri, um dos mais ilustres moradores de Firenze, na Itália da era Medieval, que abrigou outros tantos gênios.
 Dante viveu de 1265 a 1321, portanto no auge da efervescência da Idade Média.
O título original dado por Dante foi "Comédia", porém a partir do século XVI os editores passaram a intitulá-lo de "A Divina Comédia".
Ler e sobretudo entender a "Divina Comédia" não é algo fácil, pois esta obra pode ser considerada como uma síntese suprema de toda a cultura medieval traduzida em sublime poesia.
A Divina Comédia é o relato da viagem que Dante empreende para visitar os três reinos do outro mundo: o Inferno, o Purgatório e o Paraíso.
Só por isso, já seria uma obra sem igual em todos os tempos, porém o esquema métrico de como é escrita com simbologias e com uma lógica de absoluta racionalidade geométrico-matemática torna a "Comédia" como uma obra de características únicas e,  impossível de não a ler.
Dante foi um gênio de seu tempo e de todos os tempos. Por isso sua obra é admirada e enaltecida há séculos em função da tamanha genialidade manifestada em "A Divina Comédia".
Seja qual for o seu "Livro Perfeito", o importante é que exista pelo menos um "Livro Perfeito" para cada um de nós.
Professor Mario

terça-feira, 12 de março de 2013


 
 
Engenharia de Produção
A profissão da vez do mercado
 Ser um Engenheiro muitas vezes é algo que os pais escolhem para nós quando ainda crianças.
Isto vem mudando ao longo do tempo pela própria independência dos jovens, bem como pela quantidade de informações hoje disponíveis.
O Engenheiro de Produção é a "bola da vez do mercado".
Aliando a técnica e a lógica da Engenharia com conceitos estruturados de gestão, o Engenheiro de Produção consegue ser um profissional diferenciado e cobiçado no mercado.
Com conhecimentos aprofundados e específicos sobre Planejamento e Controle da Produção, este profissional consegue aliar os conceitos lógicos com uma parte de gestão complementar como: custos de produção; gestão da qualidade; engenharia econômica, análise de cenários, entre outros, que possibilitam ao Engenheiro de Produção uma "visão sistêmica" da empresa e do mercado ao qual está inserido, como poucos profissionais.
Uma recente pesquisa da empresa norte-americana CareerBuilder destaca os 12 profissionais mais escassos no mercado. Entre os 12 profissionais, 7 tem características do Engenheiro de Produção.
 São eles:
Consultor em Engenharia (salário médio R$ 8 mil)
Supervisor de Produção (salário  R$ 8 mil)
Analista de Gerenciamento por categoria (salário médio R$ 7 mil)
Técnico de Campo - manutenção eletromecânica (salário médio R$ 4 mil)
Projetos Logísticos (salário médio R$ 9 mil)
Planejamento e Demanda ( salário médio R$ 8 mil)
Compras Estratégicas (salário médio R$ 8 mil)
Na mesma pesquisa, a empresa salienta que França, Itália, China, Rússia e Alemanha, são os países que mais procuram profissionais ligados à Produção.
Assim, ter uma visão ampla e várias competências é um diferencial no profissional, porém a capacitação e especialização em uma ou duas áreas específicas da Engenharia tem um fator de peso na hora das contratações.
Com o aumento da produção no Brasil, nos últimos anos, a demanda por Engenheiros de Produção também aumentou.
Temos hoje grandes mercados, grandes empresas buscando talentos para ocupar seus cargos gerenciais e ainda poucos profissionais disponíveis a esta nova realidade não só no Brasil mas no mundo.
Por isso, particularmente aos meus alunos da Engenharia e Logística:
"não basta ter talento é preciso demonstra-lo"
Estejam atentos às grandes oportunidades do mercado e busquem inovar sempre, pois a Engenharia é parte fundamental da válvula motriz do desenvolvimento do Brasil e do mundo.
 
Professor Mario
 
 


sábado, 2 de março de 2013

 

Para matar a saudade dos bons faroestes

 
O consagrado diretor de cinema Quentin Tarantino nos brinda com um filme de perder o fôlego. "Django Livre" teve sua estreia no Brasil em janeiro de 2013 e levou dois "Oscar" na premiação deste ano. Ganhou o "Oscar" de melhor ator coadjuvante com Christoph Waltz e o "Oscar" de melhor roteiro original.
 
As interpretações brilhantes de Jamie Foxx (Django)  e Christoph Waltz (Dr. Schultz)  ofuscaram a estrela sempre cadente de Leonardo DiCaprio (o vilão Calvin Candie).
O filme trata da crueldade da escravatura nos Estados Unidos dos anos 1800. Com paisagens deslumbrantes e cenas de um velho e bom faroeste o filme prende a atenção durante seus 165 minutos.
Outro ponto forte do filme é sua trilha musical. Simplesmente fantástica.
A trama começa com a libertação de Django (escravo) por um caçador de recompensas, Dr. Schultz e a partir daí a parceria dos dois tanto na caçada de recompensas como na busca pela mulher de Django escrava em uma fazenda é cheia de emoções.
Certa vez meu pai me disse: filho, filme bom é aquele que a gente lembra pra sempre.
Tenho meus bons filmes na lembrança desde que os assisti. Não posso prever o futuro, mas tenho convicção que vou lembrar deste filme pra sempre.
 
Professor Mario
 
 

terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

O Livro Sua Majestade II - O Apanhador no Campo de Centeio

 O Livro, sua majestade - II

Como me referi em outro post, apesar do mundo cada vez mais cibernético que vivemos o livro não deixará de ser um grande companheiro para mergulharmos em aventuras, dramas, divertimento, e principalmente cultura.
O livro da foto acima chamado "O apanhador no campo de centeio" do escritor norte americano J. D. Salinger é sensacional.
Recomendo a leitura, pois trata-se da história de um jovem estudante americano, daqueles que ficam internos nos colégios para cursarem o que seria aqui, nosso ensino médio.
A história é tão cativante que deixa o leitor atento do começo ao fim. A linguagem do autor é peculiar, pois usa termos que normalmente falamos no nosso dia-a-dia e que o leitor se lembrará facilmente ao longo da leitura.
O personagem protagonista, Holden, em uma certa parte da trama refere-se a um livro de uma maneira que se ajusta perfeitamente no que eu também penso: quando o livro é bom, dá vontade de ficar falando horas com o autor.
É assim que me senti ao ler "The Catcher in the Rye" (O apanhador no campo de centeio): com muita vontade de falar com o autor.
Bem, para os que seguirem a "sugestão", boa leitura.
Professor Mario

 





sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013




O Livro, sua majestade

O prazer da leitura deve ser saboreado lentamente pelos apaixonados de um mundo de certezas e incertezas, fantasias e realidades, sonhos e desatinos. Os livros nos levam à viagens só nossas. Ninguém mais viaja conosco nesta imensidão de emoções que a leitura proporciona. Mesmo para alguém que tenha lido o mesmo livro que você, as emoções e as visões são diferentes. Fico imaginando o pensamento de um autor. Quantas interpretações e emoções diferentes são proporcionadas em diferentes pessoas ao mesmo tempo e no mesmo livro? Que fantástico para o autor saber que está mexendo com centenas de pessoas que leem suas obras. Que fantástico criar personagens que inspiram amor e ódio nos leitores. Tramas fantasiosas e ao mesmo tempo reais que muitas vezes imaginamos estar acontecendo na nossa própria rua.
Pelo lado do leitor, a oportunidade de participar, mesmo que involuntariamente, da história é fantástica. É comum nos vermos juntos na trama e pensando: Por que não fazer assim? Por que não fazer de outra maneira?
Enfim, por mais cibernético que esteja o nosso mundo, o livro não perde sua majestade.
Professor Mario