Para matar a saudade dos bons faroestes
O consagrado diretor de cinema Quentin Tarantino nos brinda com um filme de perder o fôlego. "Django Livre" teve sua estreia no Brasil em janeiro de 2013 e levou dois "Oscar" na premiação deste ano. Ganhou o "Oscar" de melhor ator coadjuvante com Christoph Waltz e o "Oscar" de melhor roteiro original.
As interpretações brilhantes de Jamie Foxx (Django) e Christoph Waltz (Dr. Schultz) ofuscaram a estrela sempre cadente de Leonardo DiCaprio (o vilão Calvin Candie).
O filme trata da crueldade da escravatura nos Estados Unidos dos anos 1800. Com paisagens deslumbrantes e cenas de um velho e bom faroeste o filme prende a atenção durante seus 165 minutos.
Outro ponto forte do filme é sua trilha musical. Simplesmente fantástica.
A trama começa com a libertação de Django (escravo) por um caçador de recompensas, Dr. Schultz e a partir daí a parceria dos dois tanto na caçada de recompensas como na busca pela mulher de Django escrava em uma fazenda é cheia de emoções.
Certa vez meu pai me disse: filho, filme bom é aquele que a gente lembra pra sempre.
Tenho meus bons filmes na lembrança desde que os assisti. Não posso prever o futuro, mas tenho convicção que vou lembrar deste filme pra sempre.
Professor Mario

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