sexta-feira, 7 de agosto de 2015

O Livro sua Majestade VIII - Sono

A leitura tem se incorporado já há algum tempo nos meus hábitos.
Diante da imensa quantidade de livros existentes, fica sempre a pergunta: Qual ler agora?


Pois sempre que viajo procuro achar um tempo para visitar livrarias e "bisbilhotar" obras interessantes. 


Invariavelmente meu filho Arthur está comigo sempre à procura de livros. Ele tem um talento para descobrir, entre centenas de livros que as prateleiras guardam, excelentes obras sejam de autores consagrados e conhecidos como também de autores não tão conhecidos.

Pois a dica de hoje foi uma das descobertas do Arthur na última visita à Saraiva Mega Store. O livro chama-se: Sono. Assim mesmo: Sono
Do autor japonês Haruki Murakami o livro apresenta um relato de uma mulher que não dorme.


Servindo conhaque
Claro que o conteúdo do livro é o principal, mas valorizo muito numa obra a capa, a textura das folhas e se tem ou não figuras, gravuras, pinturas, enfim, ilustrações.

Além do excelente drama, da mulher que não dorme o livro tem ilustrações da artista alemã Kat Menschik de tirar o fôlego.

Não irei contar a história, porém tem uma passagem sobre uma das obras mais importantes de Tolstói: Anna Karenina.

Já li Anna Karenina e não me lembrava de um detalhe que a personagem do Sono relata. Isso é muito legal nas "viagens literárias". Perceber algo de um outro livro, naquele que você está lendo.
Palmas para o autor do Sono.

Entre várias coisas importantes no livro uma me chamou a atenção e não me sai da cabeça: por não dormir há vários dias a protagonista se questiona se ela não é uma evolução do ser humano que não precisa dormir e por isso seu dia tem realmente 24 horas.
Será uma mutação que ainda vai acontecer conosco?
Fica para reflexão.

Assim, para quem quer se surpreender com uma história que além de curiosa é reflexiva, o "Sono" é uma ótima pedida.
Pense nisso: Você gostaria de não dormir e ter mais tempo para outras coisas?

Ótima leitura!

Professor Mario Mello


PS: Este texto foi escrito pensando na teoria de Darwin, #evoluçãohumana#

quinta-feira, 16 de julho de 2015

O Livro sua Majestade VII - Relato de um náufrago

Desde que visitei a Colômbia, principalmente na primeira vez, me encantei com várias coisas daquele país. Quando visitei Cartagena procurei por obras de autores colombianos e, claro, Gabriel Garcia Márquez é o principal representante do país.

Em 2014, com o falecimento de Gabriel Garcia Marquez, me puni com um "auto puxão de orelhas", pois mesmo lendo muitos autores, ainda não tinha lido nenhuma obra do colombiano Garcia Marquez.

Vencedor do Prêmio Nobel de Literatura em 1982 Garcia Márquez tem um jeito muito simples e fácil de ser entendido. Temos ótimos autores brasileiros, mas nunca ganhamos um Prêmio Nobel....

Como ponto de partida em sua vasta obra, resolvi começar pelo "Relato de um náufrago". É a história de um miliar marinheiro colombiano que junto com outros tripulantes são arremessados ao mar em uma noite de tempestade no mar do Caribe. (esta era a versão oficial das autoridades colombianas)

O protagonista da história, Luis Alexandre Velasco, foi o único sobrevivente e foi posteriormente transformado em herói nacional, mesmo contra sua vontade. A história é real e de uma narração muito simples pelo consagrado Garcia Márquez. Cheia de nuances e mistérios sobre os dias e noites na solidão do mar, a história prende o leitor de uma maneira leve e tensa (se é que pode-se colocar este antagonismo).

O livro traz ilustrações que parecem rabiscos porém muito integradas com o texto. É fácil ler, ver e imaginar o que realmente o náufrago estava passando naquele momento,


Sem saber onde estava, quando chegou à terra firme, Velasco se surpreende com os acontecimentos. Este é outro ponto forte do livro que liga a ditadura colombiana da época ao fato do acidente.


Gabriel Garcia Márquez foi quem pode ouvir o náufrago e transformou neste belo livro a história de quem não queria ser herói e simplesmente quem lutou muito para sobreviver.

Bem, óbvio que não vou contar  a história. Mas que vale a pena a leitura....ahhh isso vale.

Assim, é uma boa leitura para uma reflexão sobre solidão e sobrevivência em condições  muito desfavoráveis.

Boa leitura!

Professor Mario Mello



PS: Este texto foi escrito saboreando um café colombiano Juan Valdez e pensando nas informações nem sempre verdadeiras que temos das nossas autoridades.


quinta-feira, 4 de junho de 2015

Lugares Incríveis para visitar XI - Medellin, Colômbia

A cidade é no meio de montanhas
A cidade de Mellin (lá se pronuncia Medejin) não está no circuíto de lugares turísticos mais procurados. Porém quando se vai à alguma cidade sem os pontos turísticos clássicos e tradicionais mais conhecidos do público em geral, acaba-se descobrindo "lugares incríveis".
E, Medellin para minha grata surpresa foi um desses lugares incríveis. Fui a um Congresso Internacional, portanto não fui a passeio e acabei desfrutando de uma cidade com atributos muito interessantes. Com cerca de 2.900.000 habitantes é conhecida como a cidade da primavera eterna pois sua temperatura média média mensal é em torno dos 28ºC.

Começo falando da culinária: sensacional
Este peixe chamado Mojarra com arepas de milho e batatas fritas acompanhado de uma tradicional Aguila é simplesmente maravilhoso.

Um refrigerante de maçã da marca Postobon é muito diferente do que temos por aqui.
Vale a pena experimentar.
E os cafés? Ah os cafés colombianos. A marca mais famosa e conhecida mundialmente a Juan Valdez tem vários tipos de café. Um melhor que o outro.
E como apreciador de cervejas especiais, não poderia deixar de ir num bar da BBC "La cerveceria pequeña más grande de Colômbia" para apreciar as cervejas especiais colombianas. O que dizer? Não falar nada. Voltar lá novamente.


Nas artes, Medellin tem um representante conhecido mundialmente chamado Fernando Botero. Conhecido como um artista figurativista tem uma identidade inconfundível. Numa praça central da cidade existem dezenas de esculturas (enormes) em bronze, bem como um museu com várias pinturas de Botero. Atração imperdível.


Estação do Metrocable
Medellin também é conhecida como a cidade da inovação. Existe o "Metrocable" que é um sistema de metrô de transporte urbano por cabo que transporta centenas de pessoas que moram no alto das montanhas, diariamente.
É uma das coisas mais fantásticas que conheci. São dezenas de pequenas cabines (bondinhos) que cabem 10 pessoas sentadas. Tudo limpo, organizado e muito eficiente. O preço da passagem, que é integrado com o metrô custa cerca de R$3,00, ou seja, transporte popular de massa.


O estádio de futebol da cidade chamado Atanásio Girardot é belíssimo.
A Catedral Metropolitana é toda de estilo colonial.
A Universidade Pontifícia Bolivariana, onde estive, no Congresso tem cerca de 25.000 estudantes. Enfim atrações não faltam nesta cidade que me cativou.
Porém, uma das coisas que mais me chamou atenção é a amabilidade e educação do povo colombiano. Os motoristas de táxis, os atendentes de lojas, os garçons, enfim, todos muito gentis e educados.
Tive o privilégio de conhecer uma Professora da Universidade Bolivariana, no Congresso, e ela fez questão de me levar em seu próprio carro conhecer vários lugares lindos da cidade. É a amabilidade e hospitalidade colombiana.
Então, quando for à Colômbia coloque Medellin eu seu roteiro. 
Vale a pena!!!

Professor Mario Mello


PS: Este texto foi escrito saboreando um café colombiano Juan Valdez e pensando na possibilidade de um dia voltar à Universidade Pontifícia Bolivariana. #café# #universidade# #medellin#










domingo, 31 de maio de 2015

O Livro sua Majestade VI - Na pior em Paris e Londres


George Orwell tem uma série de livros que são simplesmente geniais.
Mais adiante escreverei outro post sobre aquele que talvez seja sua obra prima. O livro chamado "A revolução dos Bichos" causou um enorme desconforto na antiga União Soviética por conta das semelhanças do livro com o então regime da URSS.

Este livro, que comento aqui, chamado "Na pior em Paris e Londres" tem um tema tão atual (foi escrito em 1928) que nos remete a uma profunda reflexão.

Eric Arthur Blair, o nome verdadeiro de George Orwell, para escrever este livro, mergulhou no mundo dos pobres, passando fome, buscando emprego constantemente e relatando suas experiências com a mendicância e com o sub mundo europeu da época.

Uma das constatações do livro é que quando você se aproxima da pobreza faz uma descoberta que supera algumas outras. Você descobre o tédio e as complicações mesquinhas e os primórdios da fome, mas descobre também o grande aspecto redentor da pobreza: ela aniquila o futuro.

Resultado de imagem para mendigosGeorge Orwell faz uma imersão no mundo da dificuldade, do preconceito e principalmente da fome, onde todas as ações e pensamentos diários eram para buscar algo para comer. Aí o livro também mostra o grande sentimento de cumplicidade entre os mendigos personagens da história. Invariavelmente dividiam entre si o pouco que tinham.

Orwell em certa parte do livro diz que a história é bem banal e que o interesse só pode ser para quem gosta de uma espécie de diário de viagem. Mal sabia ele que a história se tornaria um importante instrumento de reflexão para a questão da fome e da mendicância.

A história nos provoca a pensar que nem todos os mendigos são vagabundos e bêbados. Que podem ser homens ou mulheres desempregados, abandonados pela família ou atém mesmo perdidos por algum motivo.

Por isso, a vida de um mendigo deve ser extraordinariamente vã e terrivelmente desagradável.

Assim para quem gosta de penetrar um pouco mais nas mazelas humanas é uma leitura recomendável e reflexiva.

Boa leitura!

Professor Mario Mello


PS: Este texto foi escrito pensando como o dinheiro "desviado" dos governos poderia pelo menos minimizar situações de desespero de muitas pessoas. #corrupção# #desvio#

segunda-feira, 23 de fevereiro de 2015

Espaço - Convidados do Blog


Camila Bortolatto Rodrigues
Camila






Texto escrito por Camila Bortolatto Rodrigues
Graduada em Química Industrial pela UFSM(2014)




Sair da Caixa


Sair da caixa: o primeiro grande passo para a liberdade.
Recentemente li um livro pelo qual me identifiquei extremamente. O tema principal abordado tratava-se de sair do senso comum, fazer coisas pelo qual você tivesse vontade, e, não coisas pelo qual a sociedade dita ser o correto.


O fato de eu ter me identificado com ele foi pelo seguinte motivo: desde que ingressei no curso de Química Industrial fui influenciada de todos os lados por parte da maioria dos professores a seguir a carreira acadêmica, me formar, fazer mestrado, doutorado, tornar-me professora, e, investir profundamente na área da pesquisa. Senti-me desmotivada muitas vezes por acreditar estar no curso errado, e, também por ter pouco apoio para seguir um caminho diferente.

Meu maior sonho era entrar para o mercado de trabalho e tornar-me independente financeiramente, o que provavelmente não seria tão fácil se seguisse a carreira acadêmica, pois teria de me dedicar exclusivamente aos estudos, e, não teria tempo extra para outra atividade. Não desprezo àqueles que preferem seguir na pesquisa ou lecionar, acho até incrível o poder que alguns têm de fazer novas descobertas em prol da sociedade ou passar a sabedoria adiante, só realmente acredito não ser para mim. Foi por isso que ao final do curso busquei incansavelmente um estágio fora da universidade, a fim de que eu pudesse ver o outro lado da moeda.

 
 
Não foi fácil, foram várias entrevistas de estágio, até que de repente alcancei o objetivo esperado. Para mim foi de certa forma uma vitória, sair do caminho corriqueiro de se formar e seguir a carreira acadêmica. O nome do curso que me formei chama-se Química Industrial, e, por incrível que pareça, poucos dos que se formam realmente vão para indústrias, contraditório, não? Felizmente consegui "sair da caixa", criar coragem para novos desafios, novas experiências, relevar todas as críticas de muitos professores quando disse " pretendo me formar e ir trabalhar ao me tornar uma pesquisadora". 

Como todo profissional, não devemos jamais parar de estudar, atualizar-se em sua área de atuação, o que devemos de fato é fazer o que gostamos independente se para isso precisamos deixar de seguir a "boiada" e percorrermos um caminho novo. Há um trecho do livro que diz o seguinte: "Depois de serem criticados e desprezados durante anos por contrariar a ditadura do senso comum, aqueles que conseguirem se libertar e alcançar o sucesso receberão os famosos tapinhas nas costas dos puxa-sacos de plantão, seguidores fiéis do senso comum que, perplexos dirão: "esse deu sorte..." tá bom, sorte". Não posso enxergar o futuro, mas posso afirmar desde já que estou contente com a escolha que fiz.


Com isso, venho compartilhar a experiência e encorajar aqueles que estão "em cima do muro", e, querem desesperadamente "sair da caixa", não tenham medo de fazer algo novo, questionem-se, não permitam que lhe imponham fatos sem antes verificar a verdade.

 Saiam da caixa, libertem-se, ser diferente é normal, acreditem.

Camila



PS: A Camila foi uma das excelentes alunas que tive na UFSM.
Era perceptível sua vontade de fazer diferente.
Parabéns Camila e siga em frente "fora da caixa".
Publicando hoje (23.02) seu texto no blog, faço uma singela homenagem à Camila
pois é dia do seu aniversário.
                               
                                        Professor Mario








segunda-feira, 16 de fevereiro de 2015

Espaço - Convidados do Blog


Laura

Neste espaço publicarei textos de meus convidados. 

Quem abre a série é minha filha Laura Zago Mello.







Texto escrito por Laura Zago de Mello
Acadêmica de Odontologia - UNIFRA


Beleza é fundamental

Insatisfação. Palavra que resume a maioria dos pensamentos de pessoas que sofrem com a chamada "ditadura da beleza". Nunca houve tanta pressão por parte da mídia e sociedade em busca de perfeição. A tal ditadura escraviza grande parte da população, fazendo com que essa busque uma beleza muitas vezes inatingível. Existem diversos males oriundos dessa necessidade de perfeição, como a perda da identidade e a adoção de medidas extremas e prejudiciais.
Foto: Google

A mesma regra é anunciada a todos: você deve ser bonito, você deve ser perfeito. Entretanto, não há uma definição exata para esses adjetivos. As pessoas entram em uma procura desenfreada pela beleza, deixando de ser elas mesmas e tornando-se todas iguais.

Com a obrigação de "andar na moda", o ser humano deixa de ser original, como expressa Carlos Drummond de Andrade no poema "Eu, etiqueta". O poeta diz: "Estou, estou na moda. É duro andar na moda, ainda que a moda seja negar minha identidade".

Foto: Google
Além disso, os indivíduos adotam medidas cada vez mais extremas para atingir uma satisfação pessoal (e, inclusive, para agradar os outros). Muitos indivíduos alegam que essa busca pelo belo é apenas vaidade, esquecendo da pressão que é imposta pela sociedade e das consequências que origina.

Distúrbios alimentares e transtornos mentais, como anorexia, bulimia e depressão, atingem muitos jovens devido a dietas radicais e nada saudáveis. Um estudo realizado em 2014 aponta que 77% das jovens de São Paulo têm propensão a distúrbios alimentares.

Foto: Google
Dessa forma, fica cada vez mais claro que, sobretudo no mundo de hoje, é raro encontrar alguém totalmente satisfeito com a própria aparência. A sociedade dita padrões e as pessoas se tornam escravas deles, perdendo sua originalidade e saúde.

Apesar de todos os males, essa ditadura aumenta gradativamente. Já dizia Vinícius de Moraes: "as muito feias que me perdoem, mas beleza é fundamental".




Lugares Incríveis para visitar X - Cidade Amuralhada em Cartagena

Toda cidade é cercada por um muro
 como se fosse um forte.
Cartagena ou Cartagena das Índias, na Colômbia, é uma daquelas cidades que quando se tem oportunidade, tem que conhecer. Fundada em 1533 teve um papel fundamental na administração e expansão do Império Espanhol na América do Sul.


Centro Histórico


O Centro Histórico de Cartagena, também conhecido como a "Ciudad Amurallada" é reconhecido como a quarta maravilha da Colômbia e Patrimônio da Humanidade. É um daqueles lugares, para quem gosta de história, se apaixonar e se "perder" nas encantadoras ruas com centenas de casarios cuidadosamente restaurados.

Palácios, casarios, igrejas, conventos fazem parte de um rico patrimônio cultural que nos fazem viajar por cada ruela que percorremos dentro da cidade amuralhada.

Palácio da Inquisição

Um dos lugares imperdíveis para visitar é o Palácio da Inquisição de arquitetura colonial que ainda preserva toda sua fachada original. A Inquisição daquela época colonial julgava e torturava pessoas que cometiam delitos contrários ao Regime.

Vários aparelhos de tortura se encontram no palácio e podem ser vistos para uma reflexão histórica.
Cartagena é recheada de história. Outro lugar que deve ser visitado é a Igreja de São Pedro Claver. Lá além da arquitetura e do tesouro religioso, existe um raro "Órgão de Tubos" de uma beleza e imponência impares.
Como disse, são muitos lugares incríveis para visitar em Cartagena, que não daria para relatar apenas nesta postagem.
Órgão de tubos
Vista de dentro da
Cidade Amuralhada
Mas, o programa imperdível é se deixar levar pelas ruelas da cidade amuralhada. Sem destino, sem objetivo previamente determinado. Deixe a história e o acaso conduzir você pela rara beleza da cidade. A denominação das ruas é um pouco diferente do normal. Cada quadra tem um nome o que dá um charme ainda maior ao passeio.

Lugares como a Praça do Relógio, Igreja de Santo Domingo, Universidade de Cartagena, Praça da Paz, Catedral, Escola de Belas Artes, Teatro de Heredia e tantos outros, não podem ficar de fora das visitas. Se bater o cansaço das caminhadas, existe um passeio de carruagem passando por todas essas atrações. À noite a cidade se ilumina e o passeio é ainda mais bonito.


E a culinária!
Ahhh a culinária colombiana....
Existe uma variedade grande de pratos.
O destaque fica por conta de pratos com frutos do mar e peixes.

Coquetel de camarões é um dos pratos imperdíveis assim como o pargo frito
com arroz de coco.



Outra atração são as livrarias que existem na Cidade Amuralhada. Muitos autores de poesia e muitos livros sobre a história e a arquitetura tanto de Cartagena como da Colômbia.


Porém, Cartagena tem outras tantas atrações: a parte moderna da cidade, as praias e as ilhas do Caribe Colombiano. Bem, mas isso fica para um novo texto.

Assim, se você quiser viajar na história colonial da Amárica do Sul, Cartagena não pode ficar de fora do roteiro. Lembro que aqui não tem nenhuma conotação e pretensão de dicas turísticas e sim percepções de viagem. Sentimentos.

Toquem os sinos e rumo a Cartagena. Vale muito a pena.

Professor Mario




PS: Este texto foi escrito pensando nos meus alunos de Arquitetura e de como seria bom fazer uma viagem de estudos para Cartagena.