Escrito em 1960 e publicado em Torino na Itália, o livro em seguida ganhou o mundo pela sua fantasia, humor e elegância.
Com a trilogia, "O Visconde partido ao meio"; "O Barão nas árvores ou O Barão rompante" e "O Cavaleiro inexistente" Italo Calvino se consagrou entre os quatro melhores autores italianos modernos.
Bem, a história se passa na França de Carlos Magno e seus paladinos cristãos em guerra contra os infiéis.
O herói da história se chama Agilulfo Emo Bertrandino das Guildivernas e Outras. Agilulfo é um guerreiro que usa uma armadura branca, única no exército.
Agilulfo era um soldado exemplar. A questão é que ele não existia. Várias vezes os soldados levantavam a viseira do elmo da armadura branca e dentro não tinha ninguém.
Agilulfo se tornara paladino de Carlos Magno, porém a uma certa altura da guerra e da história, sua versão de herói foi contestada e ele teve que partir para prová-la novamente ao Imperador. Era obrigado a fazer isso para reconquistar seu posto no exército.
Agilulfo traído por uma situação que ele desconhecia aparentemente não consegue provar sua anterior bravura e com isso não reconquistaria seu título.
Bom....obvio não contarei o restante para o final.
O livro é de leitura leve e agradável como é característico de Italo Calvino.
Fica como lição desse ótimo livro, uma história de bravura, de ética e de verdade de um cavaleiro que se fez respeitar por todo exército.
Boa leitura!
Professor Mario Mello
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